"O primeiro senso é a fuga.Bom…
Na verdade é o medo.
Daí então a fuga.
Evoca-se na sombra uma inquietude
uma alteridade disfarçada…
Inquilina de todos nossos riscos…
A juventude plena e sem planos… se esvai
O parto ocorre.
Parto-me.
Aborto certas convicções.
Flagelo-me
Exponho cicatrizes.
Mais atenção!
E a tensão que parecia não passar,
“O ser vil que passou pra servir…Pra discernir…”
Pra pontuar o tom.
Movimento, som
Toda terra que devo doar!
Não dever ao devir
Não deixar escoar a dor!
Nunca deixar de ouvir…
com outros olhos!"
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