quarta-feira, 23 de setembro de 2009

".. a paixão sobrevive de pressas; o amor, de demoras. A paixão é um fogo alimentado pelo álcool. Queima rápido. O amor parece ser fogo a lenha. Tem ritmo diferenciado (...) Não amamos do dia pra noite. Amor é construção que requer empenho.. O amante nunca esgota a criatura amada, porque o esgotamento representaria o término do amor. O amor sobrevive do que sabemos, mas sobretudo do que ainda não sabemos. É a prevalência do mistério que nos faz continuar elegendo o outro como lugar e causa de nossa celebração."

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